Objetividade é o destaque das oficinas

Na última sexta-feira 15 Oficina PP 1 - Trabalhosde abril, aconteceu a terceira Oficina Participativa para discussão do Plano de Ação do Plano Integrado de Recursos Hídricos (PIRH) Paranapanema. O evento, realizado no Hotel Portal D’Oeste, na Vila São Jorge, em Presidente Prudente (SP), contou com presença de 54 participantes, com destaque para os representantes das câmaras técnicas do Comitê Afluente do Pontal do Paranapanema.

Ana Lúcia Aurélio, representante da Diretoria de Gestão de Recursos Hídricos da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, destacou a qualidade dos trabalhos, a organização e a objetividade para obtenção das contribuições das ações que comporão o plano. A tônica dos trabalhos foi marcada pela priorização de subprogramas propostos para o PIRH Paranapanema.

O secretário executivo do CBH-Pontal do Paranapanema, Sandro Roberto Selmo, representando o presidente do comitê, salientou o crescente nível de envolvimento dos segmentos e os resultados obtidos com os trabalhos do PIRH Paranapanema até agora e enfatizou a importância da mobilização social para a gestão da bacia e para construção do plano.

O segmento da sociedade civil foi representado pela Unesp. Já do poder público estadual estiveram presentes a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) e Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), além da Sabesp. Da esfera municipal, participaram representantes de Martinópolis, Narandiba, Presidente Bernardes, Pirapozinho, Rancharia e Tarabai, além da anfitriã Presidente Prudente.

Seguindo a linha metodológica aplicada nas duas primeiras oficinas, realizadas em Londrina, no dia 11 de abril, e Maringá, no dia 13 de abril, os participantes atuaram ao longo do dia em três dinâmicas distintas, cujos objetivos eram resgatar o que já foi feito até agora pelo CBH-Paranapanema, apresentar e dialogar sobre a construção do Plano de Ação e o desenvolvimento da matriz de prioridades dos subprogramas do PIRH Paranapanema.

Da mesma forma que ocorreu nas oficinas anteriores, os participantes foram organizados em grupos de trabalho para construção da matriz de prioridades dos subprogramas. Cada um dos subprogramas foi avaliado dentro dos grupos, recebendo orientações dos técnicos da ANA e do DAEE. Ao final, os participantes referendaram os trabalhos desenvolvidos e reforçaram a importância da iniciativa.